Estava radiante como o sol, vislumbrante como a luz das estrelas. Sorriso indecifrável. Melancolia que atinge, embala, aquece. Raios que tocavam no mais íntimo do meu ser. Ora, por quê? – dizia em silêncio, afundada em meus próprios pensamentos. Ou seriam sentimentos? Droga! – hesitei. É incrível, surpreendente e, ao mesmo tempo, assustador o seu modo de envolver. Tão lindo quanto à lua em seu modo mais brilhante e cheio. Tão lindo quanto às luzes do maior espetáculo da Terra. Vem, és minha! – dizia-me. Não podia acreditar. Parei, respirei, senti todos os meus pensamentos de uma triste solidão voltar. Quem deu permissão? Elas corriam no meu rosto sem autorização. Para onde elas iam? Embora. Não importava mais. Aquele som, o chamado, as doces palavras ecoavam em meu ouvido... “Vem, és minha!”. Não pude me conter. Vou, sou tua! – Gritei com amor.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Tua.
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