Ouvi passos, mais que passos, ouvi sons de sonhos pisoteados, de expectativas frustradas, de amores errados, de sentimentos impuros. Ploc, ploc, ploc! – ouvia o som do seu enorme salto. A agulha deixava-a alta, alta o suficiente para ficar de queixo erguido para a sociedade. Esta agulha não a machucava? Este orgulho não a feria? Este ódio não a alfinetava? Ora, por que toda impureza a fazia tão bem? Não, ela não estava bem. Era apenas uma máscara, um corpo e um salto que a deixava bela para quem a enxergava apenas por fora.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Ela
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