É que a preguiça tomou conta de muitas mentes por aí. O único barulho nítido que ressoava eram os ticks do relógio. Tic tac, tic tac, sem parar. Folhas passeavam por mentes brilhantes, a concentração de tentar participar de outro mundo em que escolhiam ser quem era. Trinta reais! – disse-me o caixa. Dei-lhe o necessário. Mas ora, será que a experiência de viver em outro mundo valia tão pouco? É refúgio para alma. Pensamentos soltos, leves, dançando conforme o vento. Voltei a encarar os diversos mundos que estavam enfileirados nas prateleiras. Vilão ou mocinho? Bruxa ou fada? Amor ou ódio? Puft! – mergulhei. Era a hora de descobrir qual mundo eu pertenceria.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Mundos nas prateleiras
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