quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Leva-me!




 Eu vou. E há pessoas que ainda ousam me impedir. Ai de ti! – disse-me o porteiro. Sento-me à espera de algo que possa me levar para longe dali, qualquer coisa, uma folha que cai da árvore ou um pássaro a cantarolar. Leva-me! – berrei. E no segundo depois, desfaleci. De ódio, de dor, de tristeza, de tudo que trago comigo. Morreu, no simples, no pouco. Levou para si, como pedi.

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