sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Apresentação informal

Não sei bem como começar este texto. Na verdade, a gente raramente sabe como começar alguma coisa. Às vezes não damos o primeiro passo com medo de todo o resto do caminho ser defeituoso; dar errado. Também não sei sobre o que tratar nestas linhas: história de romance? Suspense? Terror? Tragédia? Comédia? Ou seria melhor fazer um texto argumentativo, ou mais profissional? Ou algum texto de ideias? Também não sei. Escrevo ao léu, sem rumo, sem escolher bem. Escrevo porque assim me sinto bem. Sem destinatário, sem hipocrisia, sem falsidade. Escrevo nas mais simples palavras para que um dia que possa vivê-las; se já não as vivo. Escrever talvez não seja o meu forte, porque me perco em pensamentos e ideias que me distanciam uma coerência textual melhor, por exemplo agora. Mas reúno comigo todas as palavras e formo cada frase com as verdades do meu coração. Ou dos meus pensamentos. Penso que viver assim seja liberdade. Liberdade de pensamento, de sentimento, de qualquer tipo de repressão. Sem público para te acusar. Sem plateia para te julgar. E é assim minha rotina neste imenso mundo restrito a um espaço em branco para ser preenchido de pequenos pontos pretos: quase sem querer. 

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