Voam... Como se quisessem ir além
e pousar em algum lugar distante.
Mas voltam, porque sabem que seu
lugar é somente aqui.
Assim são as palavras que agora fogem
para tentar, ao menos, lhe felicitar.
Cada segundo a mais sempre é uma neohistória. Reiventando, reciclando, perpetuando. É uma poesia sem limite. É um sentimento (des)consertante. É um querer mais que bem-me quer. Se um segundo é importante, imagina a grandeza de juntá-los e, assim, formarem um ano e um mês. Um amor. Um só. Um sorriso. Uma felicidade. É um artigo indefinido muito bem definido. É meu. É possessivo, sem ser. Apenas é. Apenas somos. Nós, eu-e-você, sem separação. Sem (con)jugação.
E todo um predicado pra ser...

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